sexta-feira, 10 de agosto de 2018

A saúde do corpo (ESE, Cap XVII, Item 11)



A saúde do corpo (ESE, Cap XVII, Item 11)

 

  • Recepção e oração inicial (pedir a uma companheira para fazer a prece);
     
  • O corpo influi de maneira muito importante na alma; bem como a alma, através do períspirito, influencia o corpo: a alma expurga (elimina) os maus sentimentos, as más tendências, os maus pensamentos no períspirito (corpo fluídico), que por sua vez influencia a formação ou o funcionamento de certos órgãos, a fim de que possamos, pelo sofrimento advindo do mau funcionamento daquele órgão (que gera a doença), possamos valorizar a vida, os bons sentimentos e pensamentos. Assim, a dor e o sofrimento constituem ferramentas importantes de aprendizado.
     
  • Como achar o equilíbrio? Os ascetas (os que querem apenas meditar) maltratam o corpo e os materialistas, que somente pensam nos gozos do corpo, maltratam a alma: devemos cuidar da alma e do corpo de igual maneira igual.
     
  • O corpo é dádiva de Deus: é o nosso instrumento de evolução que Ele nos deu. O corpo pertence a Deus e sempre prestamos conta com Deus em relação ao bom ou mau uso do corpo. Por isso o suicídio é um dos piores pecados que cometemos.
  • Cuidados com o corpo:
    • higiene pessoal;
    • tratar das doenças: ir ao médico;
    • realizar atividades físicas;
    • ter cuidado com a alimentação;
    • manter as atividades da mente: jogo de palavras, aprender novas atividades, voltar a estudar.
       
  • Não devemos maltratar nosso corpo pelo mal emprego do livre-arbítrio, dos maus pensamentos, dos vícios:
    • a gula – leva à diabetes, ao colesterol alto, a acidentes vasculares cerebrais (AVC);
    • a luxúria – leva ao esgotamento físico, ao risco de doenças, à implicações cármicas sérias;
    • a ira e a inveja – levam a problemas de saúde, como câncer e outras doenças;
    • a preguiça – nos traz o risco da obesidade, pressão alta, perda de memória.
       
  • Os pensamentos influenciam nosso corpo e nossa saúde:
    • vigiai e horai;
    • o perdão deve ser exercido sempre: “Então Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes? Jesus respondeu: Eu digo a você: Não até sete, mas até setenta vezes sete.” (Mateus 18: 21-22)
    • o amor, a caridade perante o próximo deve ser sempre realizada: “Mas, sobretudo, tende ardente amor uns para com os outros; porque o amor cobrirá a multidão de pecados.” (1 Pedro 4:8)
       
  • Devemos ter cuidado com:
    • nossas leituras;
    • as músicas que ouvimos;
    • os programas de TV aos quais assistimos.
    • COM OS NOSSOS PENSAMENTOS E SENTIMENTOS!
       
  • Oração final e abraço fraterno


O homem de bem (ESE, Cap XVII, Item 3) e Bezerra de Menezes







O homem de bem (ESE, Cap XVII, Item 3) e Bezerra de Menezes

 

  • Recepção e Oração inicial;
     
  • O verdadeiro homem de bem:
    • cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade;
    • critica a sua consciência, para verificar se não praticou o mal e se fez todo o bem que se podia fazer; ou seja, se fez a outrem tudo que gostaria que lhe fizessem;
    • sabe que todas dores e decepções são provas ou expiações e as aceita sem murmurar;
    • faz o bem pelo bem e retribui o mal com o bem;
    • não faz nenhuma distinção dos outros; não condena ninguém;
    • não alimenta ódio e nem rancor e nem vingança;
    • não se compraz (satisfaz) com os defeitos alheios. Estuda suas imperfeições e trabalha para combatê-las;
    • não se envaidece com seus bens ou vantagens pessoais.
       
  • Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti nasceu no Estado do Ceará, em 29-08-1831, tendo vindo para o Rio de Janeiro com 19 anos para estudar medicina;
  • Trabalhou por 30 anos como político. Foi empresário, sendo sócio fundador da Companhia de Estrada de Ferro Macaé e Campos em 1870;
  • Como médico trabalhou no Hospital Santa Casa de Misericórdia e no corpo de saúde do Exército;
  • É reconhecido como o “Médico dos pobres”, sendo conhecido o caso que doou o seu anel de formatura para que uma mãe comprasse remédios para seu filho;
  • Ao ler pela primeira vez o Livro dos Espíritos comentou:
    • “...abro o livro e prendi-me a ele, como aconteceu com a Bíblia. Lia. Mas não encontrava nada que fosse novo para meu espírito. Entretando, tudo aquilo era novo para mim...eu já tinha lido e ouvido tudo o que se achava no “O livro dos espíritos”.
  • Foi presidente da Federação Espírita Brasileira, tendo desencarnado em 11 de abril de 1900;
  • É reconhecido como mentor do movimento de unificação espírita e de evangelização;
  • “A vitória do bem é sempre o resultado final de qualquer cometimento. Mais vidas sempre são resgatadas pelo amor.
    Prossigamos em nosso trabalho de libertação de consciências e de iluminação de vidas.” (Autor: Bezerra de Menezes. Psicografia de Divaldo Franco.)
  • "O médico verdadeiro não tem o direito de acabar a refeição,
    de escolher a hora, de inquirir se é longe ou perto;
    O que não atende por estar com visitas, por ter trabalhado muito e achar-se fatigado,
    ou por ser alta noite, mal o caminho ou o tempo, ficar longe ou no morro;
    O que sobre tudo pedi um carro para quem não tem como pagar a receita, ou quem diz a quem chora a porta que procure outro;
    ESSE NÃO É MÉDICO, É NEGOCIANTE DE MEDICINA que trabalha para recolher capital e juros dos gastos da formatura.” (Dr. Bezerra de Menezes)
     
  • Oração final  e abraço fraterno




quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Bezerra de Menezes o médico dos pobres.

Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti desempenhou atividades notáveis na área da medicina e da política. Ficou conhecido como o "MÉDICO DOS POBRES" pelo carinho e generosidade com que atendia seus pacientes e como "APÓSTOLO DO ESPIRITISMO NO BRASIL", pela seriedade e serenidade com que protagonizou o processo de UNIFICAÇÃO DO MOVIMENTO ESPÍRITA. Seus gestos de bondade e amorosidade ainda hoje se derramam sobre todos nós. Documentário realizado na cidade de Jaguaretama (antiga Riacho do Sangue), no Ceará, cidade de origem de Adolfo Bezerra de Menezes. Vídeo produzido pelo Clube de Arte e exibido na tvnovaluz.com.

                           

segunda-feira, 30 de julho de 2018

VIDA E OBRA DE BEZERRA DE MENEZES


             
                                             

                VIDA E OBRA DE BEZERRA DE MENEZES 


Descendente de antiga família de ciganos fazendeiros de criação, ligada à política e ao militarismo na Província do Ceará, era filho de Antônio Bezerra de Menezes (tenente-coronel da Guarda Nacional) e de Fabiana de Jesus Maria Bezerra.
Em 1838, aos sete anos de idade, ingressou na escola pública da Vila do Frade (adjacente ao Riacho do Sangue, atual Jaguaretama) onde, em dez meses, aprendeu os princípios da educação elementar.
Em 1842, como consequência de perseguições políticas e dificuldades financeiras, a sua família mudou-se para a antiga vila de Maioridade (Serra do Martins), no Rio Grande do Norte, onde o jovem, então com onze anos de idade, foi matriculado na aula pública de latim. Após dois anos já substituía o professor em classe, em seus impedimentos.
Em 1846, a família retornou à Província do Ceará, fixando residência na capital, Fortaleza. O jovem foi matriculado no Liceu do Ceará, onde concluiu os estudos preparatórios.

A carreira na Medicina.

Em 1851, ano de falecimento de seu pai, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde, naquele mesmo ano, iniciou os estudos de Medicina na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.
Em Novembro do ano seguinte, ingressou como residente no hospital da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Para prover os seus estudos, dava aulas particulares de filosofia e matemática.
Graduou-se em 1856, com a defesa da tese: "Diagnóstico do Cancro".Nesse ano, o Governo Imperial decretou a reforma do Corpo de Saúde do Exército Brasileiro, e nomeou para chefiá-lo, como Cirurgião-mor, o Dr. Manuel Feliciano Pereira Carvalho, seu antigo professor, que o convidou para trabalhar como seu assistente.
A 27 de abril de 1857 candidatou-se ao quadro de membros titulares da Academia Imperial de Medicina com a memória "Algumas considerações sobre o cancro, encarado pelo lado do seu tratamento".O académico José Pereira Rego leu o parecer na sessão de 11 de maio, tendo a eleição transcorrido na de 18 de maio e a posse na de 1 de junho do mesmo ano.
Em 1858 candidatou-se a uma vaga de lente substituto da Secção de Cirurgia da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.Nesse ano saiu a sua nomeação oficial como assistente do Corpo de Saúde do Exército, no posto de Cirurgião-Tenente e, a 6 de novembro, desposou Maria Cândida de Lacerda, que viria a falecer de mal súbito em 24 de março de 1863, deixando-lhe dois filhos, um de três e outro de um ano de idade.
No período de 1859 a 1861 exerceu a função de redator dos Anais Brasilienses de Medicina, periódico da Academia Imperial de Medicina.
Em 1865 desposou, em segundas núpcias, Cândida Augusta de Lacerda Machado, irmã por parte de mãe de sua primeira esposa, e que cuidava de seus filhos até então, com quem teve mais sete filhos.
Por sua postura de médico caridoso, atendendo pessoas que necessitavam mas não podiam pagar, ficou conhecido como "O Médico dos Pobres".É relatado em suas biografias o episódio que Bezerra doou o seu anel de grau em medicina a uma mãe para que comprasse os remédios de que seu filho precisava.

sábado, 21 de julho de 2018


Algumas dicas para o Evangelizador

Seja o seu primeiro dia, seja você um evangelizar experiente, é muito importante refletir sobre estas dicas:

1. Preparo: O trabalho de evangelização não começa na sala de aula. Ele começa no Planejamento da Aula, que todo evangelizador deve fazer antes de dar a sua aula. Quanto mais leitura, mais estudo e mais idéias foram analisadas, melhor será a aula. Jamais se deve basear-se apenas em livros, apostilas e cursos. É importante realizar o trabalho fundamentado nas necessidades reais do grupo, com dedicação e criatividade, confiando na espiritualidade superior, que sempre orienta e intui quem se dispõe a trabalhar com disciplina, entusiasmo, determinação, fé e amor. A aula caprichada cativa o aluno e motiva seu interesse. O preparo e o estudo do tema darão mais confiança a você e isto transmitirá confiança aos alunos. Não esqueça: o preparo também inclui a Prece. 
2. Descanso: Procure evitar atividades agitadas na véspera de sua aula. Cansado e agitado, você terá menores chances de se ligar ao plano espiritual, que estará presente para intuí-lo e ajudá-lo para uma boa aula. Dedique-se. Talvez aquela sua única aula do mês é que vai fazer a diferença na vida inteira de uma criança. Pense nisso.
3. O maior objetivo: Não é fazer uma fila e chamadas perfeitas, colocar uma classe em absoluto silencio, ou cumprir o programa do dia. O maior objetivo é fazer com que as crianças se sintam amadas e felizes em nossa companhia. Que o nosso encontro para eles seja uma experiência gostosa, de paz, de alegria e de muito otimismo. Um sorriso, um abraço, qualquer gesto de amizade vale mais do que tudo no trabalho. Pode faltar o resto, menos isto. A organização do nosso trabalho não foi criada para enrijecê-lo, mas sim, para nos dar condições de bem receber a todas as crianças. A cada aula devemos contagiar alunos e pais com nossa alegria e entusiasmo pela tarefa, tornando o aprendizado leve e fácil, embasadas no amor, na dedicação e na criatividade, porque acreditamos que evangelizar é, sobretudo, uma tarefa de amor. 
4. Integração: Devemos realizar reuniões com os pais, e o grupo de evangelizadores, pois são muito importantes para o bom desenvolvimento e acompanhamento do trabalho. As reuniões devem ser periódicas (dependendo da realidade do grupo) para esclarecer as dúvidas, permitir a troca de idéias sobre os conteúdos ministrados e a integração de pais, alunos e evangelizadores. As vezes os pais podem ser incluídos nas tarefas, através de pequenos bilhetes, relatando que matéira foi desenvolvida na aula. Essa atividade pode ser proveitosa para colocar os pais a par dos assuntos desenvolvidos, mesclando pequenos conhecimentos aprendidos. Assim eles também relembram ou aprendem junto com seus filhos. As crianças gostam e se sentem valorizadas em sua atividade. (anexo segue modelos de bilhetes)
5. Disciplina: Vamos conquistar a disciplina com formas criativas! O evangelizador cansado que não preparou a sua aula, fatalmente apelará para a bronca ou para outras formas de violência verbal. Vamos alinhar nosso exemplo com o nosso discurso. O exemplo é o mais importante.
6. Responsabilidade: o trabalho voluntário transforma-se em compromisso quando a pessoa o assume. Não falte por motivos corriqueiros. Atenção aos horários. Organize a sua vida considerando que você assumiu esta importante tarefa. Se realmente não puder ir, arrume alguém para substituí-lo e avise seu colega de classe e a coordenação com antecedência. Não importa o que você faça no nosso grupo, você é muito importante.
7. Companheirismo e união: Você desde já é também responsável pela união do nosso grupo. Pergunte o nome do colega ao lado. Não tenha medo. Apresente-se. Troque telefones. Pergunte como foi o dia dele ou dela, o que faz e assim por diante. Talvez o seu colega ao lado esteja precisando apenas disto para sentir-se parte do grupo e decidir se voltará ou não no próximo sábado. Se o colega não conhece o trabalho, ofereça-se para explicar tudo e também para ensinar-lhe a preparar as aulas, a lidar com os alunos etc. Ensine musicas e brincadeiras. Envolva-o. Divida responsabilidades.
8. Divulgação; Seja um divulgador do trabalho. Esteja a par das datas, dos horários e da organização geral, para poder informar aos demais. Muitas pessoas agradeceriam a oportunidade de poder participar de um trabalho igual ao nosso. Faz bem ao coração!
9. Sempre há trabalho: num trabalho voluntário, sempre há espaço para mais um. Um voluntário nova que chega é uma benção para o nosso grupo pois ele é a certeza de continuidade e renovação. Ele também nos lembra que o trabalho não é nosso, mas sim de Jesus e da espiritualidade. Não importa se há um numero suficiente de trabalhadores para determinada tarefa. Mais do que a tarefa em si, o que realmente nos importa é a convivência fraterna que o trabalho nos proporciona.
10. Evite melindres: O trabalho de caridade requer nossa paciência, também com nossos colegas. Todos estamos em processo de evolução e temos nossas imperfeições a serem corrigidas. O trabalho proporciona um espaço para a vivencia de acordo com os princípios do Evangelho, dentre eles, o perdão.

Alguns exemplos de bilhetes a serem enviados para os pais:

Senhores Pais ou Responsáveis,

É muito importante o acompanhamento e o incentivo dos pais, ou responsáveis, no aprendizado das crianças. Por isso, sugerimos que os senhores leiam, durante a semana, em companhia de seu filho(a), o texto que ele recebe a cada sábado na evangelização. Agindo assim, estarão reforçando o que ele aprendeu e valorizando o fato de ele estar freqüentando aas aulas de Evangelização Infantil.

Um abraço.

Senhores Pais ou responsáveis,

Hoje aprendemos sobre as coisas que Deus criou e as coisas que o ser humano criou. Deus é um Pai bondoso e justo. Ele nos criou com inteligência para evoluirmos por nosso próprio esforço.

Ajude seu filho(a) a trazer para próxima aula figuras de algo criado por Deus e de algo criado pelo ser humano.

Converse, se possível com ele sobre o assunto.

Um abraço.

Senhores pais ou responsáveis,

Hoje estudamos um tema muito importante : Caridade. Sugerimos que, durante esta semana seu filho(a) anote neste coração uma boa ação que ele praticou. É importante guardamos em nosso coração as coisas boas que realizamos, sem ostentação.

Um abraço.

CEDI – Centro Espírita Discípulo de Ismael

Espirito protetor.

 

Ama