domingo, 10 de fevereiro de 2019

DA LEI DIVINA OU NATURAL

 Lei Divina ou Natural


O Livro dos Espíritos (Allan Kardec): Questões 614 a 648

OBJETIVO


1) Indicar a necessidade das leis no contexto da vida da criança.
2) Demonstrar que a Lei Natural é a Lei de Deus, escrita em nossa consciência e que todos os homens são regidos por ela. Somente os homens mudam suas leis.
3) Entender a necessidade das regras de uma sociedade e aprender a respeitá-las. O bem e o mal

OBS: Sendo essa a primeira Lei, conforme o Livro dos Espíritos, lembrar que aos menores, devemos conceituar o que é lei.

Sugestões 0 - 3 anos

Atividades:

1) Contar a história "A desobediência do Sol" do livro Evangelização Infanto-Juvenil - Maternal - Editora Aliança.  
- Atividade com papel e giz de cera - Colorir o sol.

2) Contar a história: "O susto" do livro Evangelização Infanto-Juvenil  - Maternal - Editora Aliança.


3) Montar um cartaz em folha de papel pardo com as regras de convivência em sala de aula. Levar gravuras que representassem as regras. Ao mostrar cada figura, antes de colar no cartaz, o evangelizador deve explicar cada uma. As crianças deverão colar as regras no cartaz, uma de cada vez, obedecendo a ordem estabelecida pelo evangelizador, para não dar confusão.

Músicas:
1)  "Sorria" 
 2) "Bom dia" 


Sugestões 4 - 5 anos


Atividades
1) Fazer um varal com figuras de criações divinas e criãções humanas.
2) Contar a história "O Jacaré Bom Papo", pedindo que cada criança seja um dos bichos impressos, colados com um palito. 






Conversar sobre a história. É bom enganar as pessoas como o Jacaré? Ele, como qualquer um, pode passar a ser uma pessoa boa?

Com a dobradura de flor já pronta, pedir que cada um pinte a flor da forma que quiser, colocando todos os seus sentimentos bons nela. Presentear para espalhar o bem.

3) Cantar a música "Colaboração" da tia Vilma (com os gestos e em pé). 

4) Contar a história "Seja feita a tua vontade, assim na terra como no Céu" (como montar uma casa) do livro Pai Nosso - Chico Xavier pelo espírito Meimei. 

Conversar sobre a importância de cada pessoa na construção da casa e como cada um deve fazer seu trabalho sem ninguém atrapalhar.  Montar com eles uma casa ( maquete). Cada um faz uma parede, deixe que pintem da cor que quiserem. 



5) Contar o capítulo "Oração" do livro "Biblia para Crianças em Rimas" – Paulinas. Conversar com as crianças sobre a oração. Pedir que cada um fale como e quando faz prece em casa.
Pedir que cada um pinte a imagem de Jesus já recortada. Monta o quebra-cabeça e cole em um papel. Se alguma criança terminar antes das outras, entregar um quebra-cabeça mais difícil.
Músicas


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Sugestões 5 - 6 anos

Atividades:

1) Fazer um cartaz com exemplos de lei do homem: horário da escola, divisão das turmas, filas, sinal de trânsito, etc. Fazer outro cartaz com as leis de Deus: adoração, trabalho, reprodução, conservação, destruição, sociedade, progresso, igualdade, liberdade, justiça, amor e caridade.

2) Contar histórias que mostrem fatos do dia a dia para cada tipo de lei. 


Ex: Regras da Escola









Alguém aí sugere alguma outra história?
3) Montar na sala de aula uma rua com um sinal, pedir para que cada criança caminhe e atravesse a rua no momento certo. Conversar com eles enquanto realiza a atividade. Seja qual for a lei de trânsito escolhida, dramatizar para que a criança se sinta no local da história realizando a ação correta, respeitando a Lei.







4) Conceituar que as leis de Deus estão na nossa consciência. Como fazemos isso, pessoal?

5)  Montar painel com regras na escola:  não jogar lixo no chão, respeitar as leis da natureza, os animais, seus amigos. ( Vídeo: Regras da Escola)

Destacar que as regras existem para ajudar a viver melhor e evitar confusões. Ao construir as regras da sala, a criança estará abrindo caminho para chegar até a sua própria autonomia moral, mais tarde.O objetivo é levar a criança a entender a necessidade das regras de uma sociedade e aprender a respeitá-las como necessárias, chegando até as Leis Divinas ou Naturais.

6) Mostrar o que é obra de Deus e o que pode ser obra do homem, através da Natureza, Mares, Oceanos, Céu, Estrelas etc. Monta uma história, através de 12 quadros, que conta a história de Márcia, uma criança que diz para a mãe que não precisa da Natureza, animais, plantas, água etc. O desenrolar da história mostra que no dia seguinte, ao acordar, Márcia percebe que não há água na torneira, sai para a escola sem tomar café, pois não tem, leite, pão, ovos etc, quando vai estudar percebe que não tem caderno, lápis etc., a história a faz perceber o quanto a natureza é importante em sua vida, que garante a sua sobrevivência.  Durante toda a história é enfatizado constantemente a presença de Deus na criação de tudo que existe no mundo, no universo. A história montada quadro a quadro, deixa a aula participativa, dando oportunidade para o evangelizador perguntar e verificar o grau de entendimento.Para a aula prática foi utilizada a gravura de uma árvore, papel verde picado, lápis de cor, para que cada criança montasse  a sua árvore.


Músicas

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Sugestões 7- 8 anos

Atividades:

1) Fazer um cartaz com exemplos de lei do homem e leis de Deus e pedir para que as crianças as classifiquem.

2)História "Onde está escrita a lei de Deus" do livro Prática Pedagogica da Evangelização - vol 3. 
Desenho sobre o tema da aula.

"HISTÓRIA: ONDE ESTÁ ESCRITA A LEI DE DEUS?
– Mamãe, onde está escrita a Lei de Deus?
Alberto olhava nos livros de seu irmão...
5
Ah! Ele tinha feito algo... que achava que não era muito certo. Mas como saber? Seu pai era advogado e vivia olhando nos livros sobre leis. Quem sabe encontrava alguma coisa nos livros do seu irmão, afinal ele já estava na sexta série.
– Manheeê!!!
– Oi, querido. O que você está procurando?
– Mamãe, onde está escrita a Lei de Deus?
– Ah! As Leis de Deus não estão escritas neste livro, não – disse sua mãe.
– Ah, mamãe... eu preciso saber.
– E por que precisa tanto saber? disse a mamãe.
– Não é nada não... só curiosidade – Alberto gaguejou e seu rosto ficou vermelho e a mamãe percebeu.
– Acho que tem alguma coisa que você não quer me dizer.
– Bem... eu fiz uma coisa e queria saber se é certo ou errado – Alberto falou com os olhos baixos, como quem estava envergonhado.
– Tem certeza que já não sabe se é certo ou errado?
– Como assim? Eu não sei, não.
– Tem certeza? – a mamãe o olhou com um sorriso estranho e Alberto ficou vermelho de novo.
– Então por que esta tentando esconder de mim? E por que ficou envergonhado?
– Sabe, filho, nosso coraçãozinho sempre nos avisa se estamos certos ou errados. Quando fazemos algo errado, isso nos entristece, fica- mos envergonhados e tentamos esconder. Deus colocou um “aviso” den- tro de nós mesmos. É a nossa consciência. Mais cedo ou mais tarde, de um jeito ou de outro ela nos avisa e a gente bem sabe que fez algo erra- do. Senão, por que esconder, não é mesmo?
E Alberto entendeu que as Leis de Deus estão escritas na consciência."


3) Contar a história de Moisés, fazendo questionamentos para fixar o conhecimento.
- Enfatizar as diferenças entre a lei cívil e a lei natural.
- Apresentar os 10 mandamentos em linguagem infantil.
- Caça-palavras sobre os 10 mandamentos (Seara do Mestre / evangelização).


4) Dar boas-vindas com a música 
"Seja bem-vindo" do CD6 da FEB (tia Vilma).
 Cantar a música para cada criança, substituindo a palavra você pelo nome da criança.

5) História do livro Pai Nosso do Chico Xavier pelo Irmão X. Não ler tudo, há palavras difíceis.
- Conversar sobre a estória, pedir para que as crianças contem com as suas palavras. Ao final, demonstrar a importância de cada pessoa na construção da casa e como cada um deve executar suas atividades, sem atrapalhar. Devemos respeitar os outros e as leis com as quais vivemos (introduzir o assunto diretamente).
- Montar uma maquete com rua, placas, carros, pessoas, calçadas, árvores e qualquer outro elemento criado pelas crianças.- Com a maquete pronta, brincar de trânsito, respeitando sinais, pedestres, etc.
- Cantar a música "Colaboração" da tia Vilma (com gestos e em pé).
- Continuar montando a rua, com placas, carros, pessoas, calçadas e árvores. Relembrar a história, cada um faz uma parte. Deixar as crianças criarem, caso queiram desenhar algum objeto que não foi previsto.
- Após o cenário pronto, "brincar" de trânsito, respeitando os sinais, os pedestres, os carros, as árvores e etc... Se não der tempo para brincar, transferir para a próxima aula.
- Para falar das leis divinas, contar a história "Presença Divina" do livro: "Pai Nosso" do Chico Xavier pelo Espirito Irmão X.
6)Contar a história "O Jacaré bom papo" Regina Timbó - IDE. Utilizar desenho dos personagens para montar um painel e depois entregar para que façam um teatrinho com a história. Falar sobre a importância de ser bom!
- Fazer dobradura de flor, pedindo que eles coloquem nela todos os sentimentos bons que sentem.
Músicas

- Música Moises (Evangelização em Notas Musicais).
- "Colaboração" (tia Vilma) com gestos e em pé


Sugestões 9 - 10 anos
Atividades:

1) Crianças sentadas em círculo, passando continuamente uma bola até a parada da música. A criança que estiver com a bola nesse momento responde uma questão de uma lista delas entregue previamente. Alguém pode dar uma idéia de questão?
2)  Montagem de um livrinho com as leis morais.

Músicas
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Sugestões 12 - 14 anos
Atividades:

1) Pedir que todos se deitem. No chão,  tapetes (yoga) e almofadas para quem precisar. O corpo deve ficar reto no chão, as almofadas servem para colocar na coxa, se necessário. A luz baixa, uma música leve de fundo. Após acomodação de todos, é lido um texto para relaxamento do corpo. Deve ser lido pausadamente. Ao final do relaxamento, pedir que cada um faça um agradecimento, um pedido. Pedir que percebam o que visualizam no momento. Finalizar a dinâmica pedindo que cada um conte como foi a experiência.
 Ler os trechos da Bíblia abaixo, demonstrando como Jesus também necessitava da prece. E quanto é importante para cada um de nós. Nossa verdadeira vida é no Plano Espiritual e com a prece, chegamos até nosso verdadeiro lar: Mt 14, 23; Lc 6, 12; Mt 11, 25; Mt 26, 36-44; Mt 27, 46; Jesus ensinando o Pai Nosso - Mt 6, 9-13.
Músicas
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Sugestões 13 - 14 anos
Atividades:


1)  Explicar sobre a imutabilidade das leis divinas, que são diferentes das leis humanas.
- Responder as perguntas:
O que mais incomoda nos erros humanos?
Se tivesse poder, que lei faria ser respeitada?
A que você daria sinal verde (aprovação) e sinal vermelho (reprovação)?
O que considera causa de conflitos e desavenças em nosso país e no planeta?
-Responder a pergunta: onde está escrita a lei de Deus? Na consciência do Homem.

2) Estudo do LE questões 614 a 624. 
3) Construir as regras da sala em um painel com recortes de revistas. Faça com que todos participem, exemplificando e montando o painel: como e quando podem ir ao banheiro ou sair para beber água, quantos podem sair ao mesmo tempo, onde e como receber o material, como compartilhar o uso do material. Ressaltar a importância do respeito ao próximo e às coisas que não lhes pertencem.Anotar também o que acontecerá com aqueles que desrespeitarem as regras. Não se deve prever “castigos”, mas levar a criança a “consertar” o que fez de errado. Se riscou a parede, deve limpar, se jogou material no chão, deve pegar e jogar no lixo, se usou um material e deixou fora de lugar, deve colocar de novo no local adequado, etc.Música da fazenda. Pedir para as crianças imitarem os bichos que são falados na música. Para cada bicho, colocar um acessório durante a imitação. Nesse caso, foi usada uma cabeça de espuma do bicho.

Músicas
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

AULA: APRENDENDO A ESPERAR



AULA: APRENDENDO A ESPERAR: Somos apressados suficientes para desejar que nossa tão almejada perfeição chegue logo, mas o tempo necessário para que isto aconteça será aquele que precisamos, nem mais, nem menos. Meimei nos orienta: “Esforça-te no bem e espera com paciência”, e é isto que precisamos fazer. Para treinar essa espera com os evangelizandos, vamos pedir que pensem em uma posição bem desconfortável; depois façam a posição e fiquem como estátua; diga que vai contar até 10 e pedir que mexam; comece a contar baixinho até 20; poderá haver reclamação. Ao final, converse com os evangelizandos como foi a experiência e explique que assim funciona nossa Vida, nem sempre as coisas acontecem como queremos, as vezes planejamos alguma coisa e ela acontece de outra forma, para nosso bem. Diga que precisamos estar preparados para saber esperar e tirar um aprendizado daquela mudança que não estava prevista.

domingo, 25 de novembro de 2018

TEATRO - A VISITA DE JESUS



TEATRO - A VISITA DE JESUS

NARRADOR- É natal! Em todos os lares existe uma alegre expectativa em torno do aniversário de Jesus. Vamos agora saber como esta família com tão poucos recursos materiais para presentear o Mestre, aguarda sua visita.
PAULO,CÉLIA E SANDRA: Mamãe, vamos preparar alguma coisa, para a visita de Jesus....
MÃE- É mesmo. Já sei, vamos fazer uma sopa para recebê-lo.
(Mãe e filhos preparam a sopa)
Mãe- Está uma delícia! Espie na janela, Paulo, para ver se Jesus já vem vindo.
(Antes que Paulo chegue à janela, batem à porta e todos ficam contentes- Paulo vai abrir a porta).
VELHO- Meu filho, não teria alguma coisa para esse pobre velho que ainda não comeu nada hoje?
SANDRA- Entre, meu irmão. Estamos esperando uma visita, mas temos um pouco de sopa, que dá para todos.
(o velho senta-se para tomar sopa)
VELHO- Deus lhe abençoe. Agora me sinto melhor para continuar a viagem.
(despedem-se e o velho vai embora)
PAULO- Puxa, mamãe, já são quase seis horas e Jesus ainda não veio....
CÉLIA- Vou ficar olhando na janela.
(batem na porta novamente, Célia vai correndo abrir)
CÉLIA-(antes de abrir): é Ele, mãe, tenho certeza.
(abre a porta)
MENINA- Por caridade, podem me arrumar,alguma coisa. Estou com muita fome...
CÉLIA- Entre...( e falando com a mãe- Célia: Não é ele, mamãe!)
SANDRA- Sente-se, tome um pouco de sopa. Temos bastante.
MENINA- Deus lhe pague. Não tinha comido nada hoje.
SANDRA- Mamãe, acho que daqui a pouco Jesus vai passar....
MÃE- Fique na janela,querida... Na hora que Ele chegar o convidamos para entrar.
( batem novamente)
PAULO- Agora é ele... Deixem que eu abro.
VELHINHA- Uma ajuda, pelo amor de Deus! Aí que fome! Eu não como nada há dias... Todos estão muito preocupados com os preparativos do Natal.... E quem vai dar atenção a uma pobre velhinha?
CÉLIA- Entre, minha senhora. Esta casa é pobre, mas sempre temos alguma coisa. Sente-se e tome um pouco de sopa.
VELHINHA- Como me sinto revigorada! Graças a Deus!
(a velhinha vai embora)
SANDRA- Mamãe, já está escurecendo. Acho que Jesus não vem....
(e volta a olhar para a janela, impaciente)
PAULO- Também, agora, a sopa acabou. Se Ele vier, não teremos mais nada para oferecer.... Que pena, mamãe!
MÃE- Esta é uma grande lição, crianças. É muito oportuno que lembremos do Mestre:"Quando fizerdes a um destes pequeninos, é a mim que o fazeis." Portanto, Jesus já esteve conosco. Na verdade, Ele nos visita todos os dias, não so na véspera do Natal... Vamos, filhos, vamos agradecer a Jesus a oportunidade que tivemos nesta noite.
CÉLIA- Obrigado, Jesus, por todos que pudemos socorrer nesta noite. É natal, e já conseguimos repartir o que temos com nossos irmãos mais necessitados.
SANDRA- Neste Natal, Jesus querido, que possamos estar contigo através de cada irmão. Que a tua paz, esteja em nosso lar e em todos os lares da Terra. Que assim seja!

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Candeia/ Médicos/ Berê


                                                 03/11/18 – Candeia/ Médicos/ Berê

- Vocês já pararam para imaginar a vida de vocês sem luz elétrica? Como seria?
Nos acostumamos tanto com a luz elétrica que quando falta luz muitas vezes a gente se sente sem o que fazer ou como agir....

Mas muita gente hoje ainda vive sem luz nas suas casas, ou porque lá não tem uma rede de energia capacitada, ou porque a pessoa é muito pobre e não tem dinheiro...

- Vocês sabem a diferença entre luz elétrica e energia elétrica?

A luz elétrica é o resultado do que se obtém através da energia elétrica que é o que é usado para gerar a Luz (explicar rapidamente de como atua a energia elétrica -  hidroelétrica, termoelétrica, eólica, solar)

O que usamos para iluminar no nosso dia a dia? (exemplos: Lâmpadas, Lanterna, celular, vela, abajur, fósforo, lampião, fogueira, tocha...)

- E na época de Jesus, vocês imaginam como era? Eles utilizavam uma lamparina de óleo, ou seja, para a nossa lâmpada o que faz ela dar luz é a energia elétrica, mas para essa lamparina o combustível usado é o óleo que na época era o azeite.

Candeia – Lâmpada de barro alimentada com óleo

Alqueire – Recipiente que era usado para guarda o azeite/óleo, era uma medida romana equivale a 35 litros.

Azeite/Óleo – Combustível utilizado para manter o pavio acesso.

O Azeite representa os recursos que temos na nossa vida para produzir luz para o próximo, por isso a importância de estudar, vir na evangelização, fazer o bem, para sermos bons instrumentos.
Não podemos perder a oportunidade de fazer o bem, pois o tempo é a única coisa que não recuperamos.
Nós até podemos recuperar outras falhas, mas o tempo perdido não!


Atividade:      Usando um vidro de azeite ou papinha de bebê com a tampa furada, colocamos óleo até a metade do pote, usamos um pavio que pode ser uma tira de algodão enrolado, barbante ou corda (molhado no óleo) passamos por dentro do furo da tampa e fechamos, acendemos e ficará ligado até o óleo apagar...)
            Após a lamparina pronta e a sala previamente escurecida com um tecido na janela, mostraremos como fica a luminosidade quando colocada embaixo da mesa ou quando colocada no alto.

- Jesus tinha muita luz ou pouca luz? (Muita luz)
- Qual o sentido da luz de Jesus que vocês entendem? (Bondade, amor, perdão...)
- Se quanto mais alta a nossa luz estiver, mais pessoas podemos iluminar. Jesus se recusava a iluminar alguém com seu amor, com sua bondade? (não)
- Neste ambiente aqui com a luz acesa, o dia entrando, a luz que temos ilumina alguma coisa ou fica na mesma com ela acesa ou apagada? (na mesma)
- Jesus uma vez foi interrogado porque ele sentava a mesa com as pessoas que não eram amorosas, bondosas e justas, ou seja, que ainda tinham pouca luz, viviam na escuridão moral... Por que será? (Porque se Jesus tinha Luz ele ia junto aqueles que precisavam da luz, precisavam se iluminar, melhorar, crescer...) Da mesma forma que disse que não eram os que tinham saúde que precisavam de médico, quem não ta doente não vai ao médico, pode até ir mas não terá uma real mudança pois já se encontra bem. Por isso Jesus chegava aos lugares mais necessitados de amor e paz pois levava seu amor e paz para curar a aflição e as dores da alma de cada um.

E com sua sabedoria soube levar seus ensinamentos de maneira que todos conseguissem entender, de acordo com a capacidade de entendimento de cada um naquele momento.

- Assim também nós devemos agir. No caso desta história a Luz pode ser um monte de coisa. A luz pode ser o amor, a luz pode ser o conhecimento dos ensinamentos de Jesus, a luz pode ser a nossa amizade, a luz de uma facilidade que temos para uma determinada função... Se usamos essa luz apenas para nos iluminar, é a mesma situação da lamparina embaixo da mesa... Mas se usamos essa luz e a colocamos no lugar mais alto não por vaidade, para mostrar que temos luz e pode cegar um amigo, mas para que os que estejam buscando a luz possam se iluminar dela também. Que sigamos o exemplo do nosso Mestre.

Para isso temos que usar a nossa Vontade que vai ser o pavio condutor da nossa chama, o que irá direcioná-la
E precisamos usar de combustível o nosso orgulho, a nossa vaidade, nosso egoísmo, para serem queimados e aproveitados como luz em forma de amor ao próximo, justiça, perdão... E assim nossa vida inteira será uma chama viva, porque seremos um grande exemplo.

            Todos nós aqui já temos essa chama, mas devemos cultivá-la acesa e direcionando para o bem. Devemos pensar também quantas vezes nas situações da vida nós escondemos a nossa chama com vergonha de que os outros debochem...

Quanto conhecimento já temos dos ensinamentos de Jesus e temos vergonha de coloca-los em prática na nossa escola, na nossa casa, com os nossos amigos?
Nós temos a oportunidade de conhecer seus ensinamentos, nós somos discípulos e mais tarde seremos apóstolos. (Primeiro aprendemos seus ensinamos e depois espalhamos pelo mundo)
Lembra o que Jesus falou, pois é preciso que a luz esteja sempre no Alto, ou seja, acima das coisas pequenas, com o objetivo grandioso de servir o Pai servindo todas as criaturas que são os seus filhos, assim como nós.
Temos que ter coragem e fé para mostrar nossa luz
                                                           ....
E temos um exemplo disso muito próximo de nós que foi a Tia Berenice;
Acredito que nenhum de vocês conheceu, mas ela foi uma grande trabalhadora da casa, e quando falamos de trabalhadora da casa lembramos de que a casa existe para todos nós, então ela foi uma grande trabalhadora em benefício do próximo.
(mostrar fotos e falar um pouco da biografia)

Curso de gestantes

Participou ativamente do livro “o melhor é viver em família”,

Ia ao CEEB todos os dias para trabalhar nas atividades de evangelização, palestras, cursos.

Participou ativamente das reuniões para criar um encontro que falasse sobre a vida e obra do patrono da casa.

Começou a trabalhar na comeerj e já na equipe de estudos, ela percebeu a necessidade de um grupo para atender também aos pais dos jovens que participavam.

Alguns anos depois foi criado o Enefe e

Participou da criação de um encontro de jovens nas casas espíritas daqui de Jacarepaguá chamado Comejaca.

Apoiou as ideias do coral (Alexandre Amorim) e do grupo de teatro da mocidade(Marli).

Ela nunca teve preconceito sobre credo ou raça, sempre respeitando a opção de todos, sem criticar e sabendo colocar seu ponto de vista.
Em relação a credo religioso sempre disse “Que todos eram bons desde que sua religião os levassem a se melhorar”.


                               https://youtu.be/1BExAC4G-KY


quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Berenice Castro Gonçalves - Tia Bere


Berenice Castro Gonçalves Leite
28/9/42 a 01/4/15

Lembro da minha mãe ministrando o curso de gestantes na casa espírita Eurípedes Barsanulfo. Ela preparava as aulas com a ajuda das amigas Wanda e Nilce.

O curso tinha aulas sobre os primeiros cuidados com o bebê e métodos contraceptivos. Ela sempre ganhava doações de enxovais para as gestantes da casa Espírita Eurípedes Barsanulfo.

Lembro da minha mãe recebendo aqui em casa a Cléo Melo para dar uma lida nos livros dela; para dar uma opinião se o livro estava bom. Ela trazia a primeira edição da história, para minha mãe dar ideias e ver o que ela achava, se estava bom, às vezes junto com a tia Vera tia Nancy, tia Marilena e tia Dalila.

Lembro dos encontros semanais da minha mãe com as tias Vera Verônica, Nancy e Marilena para fazerem juntas o livro “o melhor é viver em família”, sobre culto cristão no lar. O livro serviu de base para as famílias fazerem o culto no lar, principalmente as que tinham filhos pequenos.

A coleção de livros foi lançada em 1996 encomendada pelo centro espírita Leon Denis. A realização do projeto levou mais de um ano.

Mamãe ia ao Centro Espírita Eurípedes Barsanulfo quase todos os dias para trabalhar nas atividades de evangelização, palestras, cursos... Após descobrir que estava com Alzheimer, ficou difícil pra ela participar nas atividades do centro como antigamente.

Lembro da minha mãe com Marcos Juwer e Paulo Marconi se reunindo no centro espírita Eurípedes Barsanulfo com o objetivo de criar um encontro que falasse sobre a vida e obra do patrono da casa.

Um dos argumentos apresentados por eles era que o centro espírita Leon Denis já fazia o encontro sobre Eurípedes e a casa que o tinha como patrono não.
Chegaram até a ir a alguns encontros do centro espírita Leon Denis, pelo menos a minha mãe.
A partir daí, foram criados os primeiros encontros sobre a vida e a obra de Eurípedes Barsanulfo na nossa casa espírita, utilizando inicialmente o material dos encontros da casa espírita Leon Denis, além do material que o Marcos Juwer trazia de Sacramento.


Lembro que a minha mãe foi na primeira Comeerj e nas seguintes.
Inicialmente ela era da equipe da cozinha. Só bem mais tarde passou a integrar a equipe de estudos.

Já na equipe de estudos, ela percebeu a necessidade de um grupo para atender também aos pais dos jovens que participavam da Comeerj. Então, minha mãe logo começou a trabalhar com esse público alvo (os pais) e alguns anos depois foi criado o Enefe.

Logo minha mãe lançou à direção do centro a ideia para que a casa Eurípedes Barsanulfo passasse a ser um polo do Enefe e posteriormente também lançou a ideia para outros centros espíritas como o Jacarepaguá ( Tia Vera, e acho que Murilo) e  Ceoe (Bira).

Também acho que mamãe deve ter apoiado completamente a ideia de criar a turminha “pequenos companheiros” para os filhos menores dos trabalhadores da casa, pois me recordo que nas minhas primeiras idas à Comeerj não existia um trabalho voltado para as crianças e eu ficava brincando só.

Lembro da minha mãe participando da ideia de criar um encontro de jovens nas casas espíritas daqui de Jacarepaguá chamado Comejaca.

Alguns nomes que estavam envolvidos no primeiro Comejaca são: Marcos Juwer, Teresinha, Alex Sha, Eduardo, Pierre Leonardo entre outros.

Lembro dela apoiando a ideia de um grupo específico para a cozinha com a tia Celi e o Baiano (Raimundo) e a proposta deles fazerem doce de jaca na Comejaca.


Lembro de mamãe se reunindo com pessoas (Vera, Dalila, Leila) de várias casas espíritas de Jacarepaguá, entre elas “José o Carpinteiro”, “Jacarepaguá” e “Ceoe” para ajudar a planejar as aulas de evangelização.

O centro espírita “Ceoe” foi uma das últimas casas, passando a contar com o trabalho e a presença da tia Dalila. Mamãe, Vera, Leila e Dalila sempre reuniam algumas idéias antes da reunião para poderem apresentar ao restante do grupo.

Lembro de mamãe apoiando as ideias do coral (Alexandre Amorim) e do grupo de teatro da mocidade(Marli). Posteriormente mamãe passou a apoiar um grupo de teatro com os assistidos (Nide e Raquel) e posteriormente passou a apoiar o grupo de teatro “Tear” (Maria).


Lembro dela apoiando os jovens Margareth, Rodrigo, Alan e outros que do grupo de teatro resolveram abrir a casa Sentimento.


Mamãe sempre doava material de evangelização para todos que a procuravam pedindo ajuda para começar um novo trabalho de evangelização.

Junto com o Marcos Juwer e outros evangelizadores, explicava sobre a evangelização de espírito para a direção da casa.

Mamãe trabalhou para que a direção da casa Eurípedes Barsanulfo percebesse a importância da evangelização no horário das palestras de segundas e quintas-feiras, pois inicialmente havia só uma Creche onde todas as crianças de qualquer idade ficavam fazendo atividades lúdicas.

Ela ia todas as quartas-feiras para a reunião na antiga USEERJ hoje CEERJ, para se reunir com o pessoal do Dij na época (Cássia, Vera Verônica, Marilena, Nancy e outros que não lembro o nome). Durante essas reuniões eram organizados encontros de evangelização, Comeerj, e outras atividades de incentivo a evangelização no Município do Rio de Janeiro.

Lembro que ela nunca teve preconceito sobre credo ou raça, sempre respeitando a opção de todos, sem criticar e sabendo colocar seu ponto de vista.

Em relação a credo religioso sempre disse que todos eram bons desde que sua religião os levassem a se melhorar.

Sempre ia a todos os lugares quando convidada, ensinando que tudo que vemos e lemos deve ser analisado para verificar se tem algo bom e útil; que nos casos de mensagens espíritas, mesmo que esteja assinado por Eurípedes Barsanulfo, Bezerra de Menezes ou Jesus, temos que analisar se o que está escrito condiz com os ensinamentos destes espíritos.


                                               









quarta-feira, 24 de outubro de 2018

TIA ANÁLIA FRANCO


TIA ANÁLIA FRANCO




Quem foi essa tia tão bonita e com olhar tão doce?
O que ela fez de bom ?
Vamos conhecê-la, juntos?


Prece
·         Vamos lembrar às nossas crianças das mulheres que viveram na época de Jesus e que foram muito boas porque seguiam tudo que Jesus ensinava. Mas depois que Jesus voltou ao plano espiritual, muitas outras mulheres continuaram seguindo os ensinamentos do nosso querido Mestre. A tia Anália Franco foi uma delas. Vamos conhecer ela?
·         Nasceu em 1º de fevereiro de 1856, época em que ainda existia a triste escravidão. (fazer breves comentários sobre escravidão e a lei do ventre livre (71) para situar as crianças)
·         Aos 16 anos se tornou professora. Era também jornalista e poetisa
·         Se mudou da cidade para o interior de São Paulo e com ajuda de algumas fazendeiras, conseguiu uma casa onde instalou uma escola que recebeu todas as crianças abandonadas da região. Por preconceito (vamos falar sobre preconceito?), fecharam essa escola pq lá tinham muitas crianças negras. Mas tia Anália não desistiu de fazer o bem! Ela se mudou pra outra cidade, alugou outra casa e com seu próprio dinheiro pagava o aluguel e alimentava as crianças mais pobres. Muitas pessoas ficaram com raiva dela pq ela andava com as crianças negras e pobres, mas um grupo de amigos de bom coração resolveu ajuda-la e ela conseguiu até abrir mais escolas.
·         Depois, lutou pelas mulheres, fundando colégios para que as meninas pudessem estudar também e formou varias professoras que a ajudaram a cuidar das crianças e adolescentes carentes. (Falar do preconceito que impedia que mulheres aprendessem a ler).
·         Como jornalista, escreveu muitas matérias e estudos que ajudavam as professoras a educar com amor.
·         As mulheres faziam artesanato para vender e com esse dinheiro ela mantinha o atendimento nas escolas.
·         Era espírita, como nós e seguia os ensinamentos de Jesus, ajudando a todos!
·         Amava as artes, trabalhos manuais, teatro, etc
·         Ela também conseguiu um fazenda onde ensinava a quem quisesse, a cuidar de hortas, animais e muitas atividades, fazendo com que jovens que não estavam no caminho de Jesus, pudessem aprender a fazer o bem.
·         Quando ela se mudou para o plano espiritual, deixou aqui as seguintes obras:
·         71 escolas, 2 abrigos, 1 casa de tratamento para mulheres,  23 asilos para crianças sem pais, 1 banda de música só de mulheres, 1 orquestra, 1 grupo de teatro, oficinas de artesanatos e 1 asilo.
·         Todas essas informações devem ser contadas as crianças numa linguagem alegre, simples, estimulante e adequada a idade da turma.

ATIVIDADE: Colorir a foto da tia Anália franco e fazer uma capa para o livrinho que conta a história dela.
ATIVIDADE (2ª OPÇÃO): Pedir que as crianças desenhem uma escola bem bonita com o nome de Anália Franco. Folha dobrada ao meio: capa com o rosto dela para colorir e dentro a escola que eles vão desenhar.

Sempre fazer atividade, para fixar os conhecimentos passados às crianças














Biografia Anália Franco




                              Biografia Anália Franco

  Aliança Espírita Evangélica


Nascida em 1856, na cidade de Resende, Rio de Janeiro, Anália Franco Bastos, mais conhecida como Anália Franco, após passar em um concurso da Câmara de SP, diploma-se como Normalista, aos 16 anos de idade, exercendo o cargo de professora primária. Já se notava como excelente literata, jornalista e poetisa, entretanto após a Lei do Ventre Livre, sua verdadeira vocação se exteriorizou. Trocou seu cargo na Capital de São Paulo por outro no interior, a fim de socorrer criancinhas necessitadas. Anália aluga uma fazenda e inaugura a primeira “Casa Maternal”, atendendo a todas as crianças que lhe batiam à porta, levadas por parentes ou apanhadas nas moitas e desvios dos caminhos. A fazendeira, vendo que a sua casa, se transformara num albergue de “negrinhos”, resolveu acabar com aquele “escândalo”em sua fazenda.
Sem muitos recursos, Anália aluga uma casa na cidade junto ao seu grupo, que ela chamava em seus escritos de “meus alunos sem mães”, anuncia que, ao lado da escola pública, havia um pequeno “abrigo” para as crianças desamparadas, o que enche a cidade de curiosos. Moça e magra, modesta e altiva, aquela impressionante figura de mulher, que mendigava para filhos de escravas, tornou- se um escândalo. Mas rugiu a seu favor um grupo de abolicionistas e republicanos, contra o grande grupo de católicos, escravocratas e monarquistas.
Em SP, entra para o grupo abolicionista e republicano, porém sua missão não era a política e sim, com as crianças desamparadas, levando-a a fundar uma revista própria – “Álbum das Meninas”, em abril de 1898. O advento dessa nova era encontrou Anália com dois grandes colégios gratuitos para meninas e meninos. Logo se une à vinte senhoras amigas, fundando o instituto educacional “Associação Feminina Beneficente e Instrutiva”.
A partir daí, criou muitas “Escolas Maternais” e “Escolas Elementares”, além do “Liceu Feminino”, com a finalidade de instruir e preparar professoras para suas escolas.
Em 1903, passou a publicar “A Voz Maternal”, revista mensal com a apreciável tiragem de 6 mil exemplares, impressos em oficinas próprias.
Era romancista, escritora, teatróloga e poetisa. Escreveu uma infinidade de livretos para a educação das crianças e para escolas, os quais são dignos de serem adotados nas escolas públicas. Escreveu três romances: “A Égide Materna”, “A Filha do Artista”, e “A Filha Adotiva”, além de peças de teatro.
Era espírita fervorosa, revelando sempre inusitado interesse pelas coisas atinentes à Doutrina Espírita.
Em 1911 conseguiu, sem qualquer recurso financeiro, a “Chácara Paraíso”. Onde fundou a “Colônia Regeneradora D. Romualdo”, onde ficavam os garotos aptos para a lavoura, a horticultura e outras atividades agropastoris, recolhendo ainda moças desviadas, conseguindo assim regenerar centenas de mulheres.
Seu desencarne foi em 1919, quando ia ao Rio de Janeiro para fundar mais uma instituição, que posteriormente se concretizada por seu esposo, que ali fundou o “Asilo Anália Franco”.
A sementeira de Anália Franco consistiu em 71, 2 albergues, 1 colônia regeneradora para mulheres, 23 asilos para crianças órfãs, 1 banda musical feminina, 1 orquestra, 1 grupo dramático, além de oficinas para manufatura de chapéus, flores artificiais, etc., em 24 cidades do Interior e da Capital.
A obra de Anália Franco foi, incontestavelmente, uma das mais salientes e meritórias da História do Espiritismo




Espirito protetor.

 

Ama